Verdade na Política

Janeiro 10, 2008

Tinha gente de olho pela gente

Pelo menos tem político olhando por nós!

Meu caro Agripino, olharam por nós e o Lula deu o jeito safado de aumentar iof e outras coisas. Continuem ajudando lá que a gente tenta fiscalizar daqui!  E se um dia quiser falar nesse humilde blog, será uma honra ter esse canal aberto!

A reportagem abaixo do Jornal da Globo mostra isso tudo!

Janeiro 4, 2008

Arquivado em: CPMF, IOF — all @ 4:02 pm
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Na discussão de outro blog encontrei esse comentario e achei interessante transforma-lo em post,  

Governo perde 41 bilhões e guarda 41 bilhões.

Quando a cpmf foi barrada pela oposição ficou claro que algum imposto ou seria inventado ou aumentado, pelo governo. Aumentaram a IOF e inventaram taxas para 16 movimentações bancárias que antes não tinham custos. O Governo vai deixar de arrecadar 41 bilhões com a CPMF, mas o próprio governo tem simplesmente 41 bilhões de sobra de caixa do ano passado para gastar esse ano. Ou seja, não seria necessário nem criar nem aumentar impostos. Mas em ano de eleição todo dinheiro e pouco e toda ética some.

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Novo IOF vai pesar mais sobre crédito que CPMF

Arquivado em: CPMF, IOF — all @ 12:29 pm
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SÃO PAULO e RIO – A Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) afirmou que o custo com o aumento do IOF nas operações de crédito será superior ao que o consumidor economizará com o fim da antiga CPMF.

Ao fazer simulações de financiamento com as novas alíquotas do imposto, que dobrou de 1,5% para 3%, segundo as regras anunciadas pelo governo para compensar a perda do imposto do cheque , a Anefac usou como exemplo a compra de uma TV de 26 polegadas em 12 prestações, pela qual o consumidor tinha de desembolsar R$ 180,09 por mês, considerando uma taxa de juros de 6%. Ao final do contrato de financiamento, o consumidor teria pago R$ 2.161,08 pelo aparelho. Com o novo IOF, as prestações mensais sobem para R$ 181,38 e o total chega a R$ 2.176,56. Nesta simulação, a diferença entre o valor pago com o IOF de 1,5% e o de 3% é de R$ 15,48, quase o dobro do que o consumidor ganharia com a derrubada da CPMF (R$ 8,16).

O vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira, afirmou que o prejuízo aumenta à medida que se espicham os prazos de pagamento. É o que mostra a simulação de um financiamento de um carro zero quilômetro, com preço à vista de R$ 25 mil, em 60 meses. A taxa mensal de juros considerada foi de 2%. Pelas regras antigas, o consumidor pagaria um total R$ 44.415 pelo veículo, preço que sobe para R$ 45.802,30 com a incidência do IOF de 3%.

Para a Anefac, os custos extras podem pesar ainda mais no bolso, pois os bancos podem ainda repassar para o consumidor o aumento de 9% para 15% da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) do setor financeiro.

O aumento do IOF não foi bem recebido por quem esperava começar o ano com o bolso mais aliviado ou pretendia adquirir bens a prestações. De acordo com a matéria publicada pelo Globo, um dia depois do anúncio do governo do aumento de impostos para compensar a perda da arrecadação da CPMF, os consumidores ficaram com a sensação de que, mais uma vez, eles é que vão pagar a conta. Segundo João Carlos Gomes, coordenador do Núcleo Econômico da Fecomercio-RJ, as medidas do governo atingem o poder de compra da população, em especial de baixa renda, já que tem efeitos no custo do crédito.

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